Transe e desconstrução
A repetição nos corpos de Copacabana mon amour e A idade da terra
Bibliographic Data
| ID | 4069115 |
|---|---|
| Authors | Albert Wahrhaftig (0000-0003-3994-2284, Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Issue | 46 |
| Publication date | 2021-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Galáxia (São Paulo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1519-311X • E-ISSN: 1982-2553 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1982-2553202147231 |
| OpenAlex | W3184715786 |
| SCIELO_PID | S1982-25532021000100310 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
Apesar das querelas entre seus diretores e dos quase dez anos que os separam, há muitas proximidades entre os filmes Copacabana mon amour (1970), de Rogério Sganzerla, e A idade da terra (1980), de Glauber Rocha. Dentre os vários elementos que imantam um filme ao outro, destaca-se a performance dos corpos em cenas marcadas por excessivas repetições tanto de gestos quanto de falas. O objetivo desse artigo é, através da análise comparativa, investigar como os dois filmes elaboram a repetição no sentido tanto de apreender o transe místico, elemento central para o filme de Sganzerla, quanto no sentido de desconstruir o próprio andamento do discurso fílmico, algo mais proeminente no filme de Glauber, questões fundamentais na alegoria de ambos
Art · Glauber · Humanities · Optics · Physics · Brazilian cultural history and politics · History of Education Research in Brazil · Sociology and Education in Brazil
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |