A noção de vida em Hannah Arendt e na Psicanálise
Bibliographic Data
| ID | 4073278 |
|---|---|
| Authors | Gabriela Gomes Costardi (Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2014 |
| Volume | 21 |
| Issue | 1 |
| Pages | 157 |
| Publication date | 2014-06-18 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Plural (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-6721 • E-ISSN: 2176-8099 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2176-8099.pcso.2014.83626 |
| OpenAlex | W2203566149 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Este artigo se propõe a analisar a noção de vida tal como ela é concebida no pensamento de Hannah Arendt e na Psicanálise de Freud e Lacan, desde onde se pretende contextualizar a ausência da noção de sexualidade na obra da autora. Para tal, lança-se mão das reflexões de Arendt sobre a passagem da vida da esfera pública para a privada na modernidade, fator determinante para a constituição do âmbito social, o que permite observar que a pensadora política fundamenta sua análise sobre a vida nas noções de natureza e produtividade. Analisa-se, então, a ideia psicanalítica de vida a partir do desenvolvimento da teoria pulsional em Freud e das contribuições de Lacan, a fim de demarcar como, nesse referencial, a vida coloca em jogo as noções de símbolo e morte. Por fim, observa-se que a sexualidade, conforme postulada pela Psicanálise, é derivada da compreensão de que a linguagem operou uma subversão irreversível na noção de natureza e que o não compartilhamento dessa perspectiva por Hannah Arendt está ligado ao seu silêncio sobre o sexual
Humanities · Psychoanalysis · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy · Psychoanalysis, Philosophy, and Politics · Psychology · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
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