Um bom estímulo à regeneração
A Penitenciária do Estado e as novas estratégias da ordem na Curitiba da Primeira República
Bibliographic Data
| ID | 4077707 |
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| Authors | Clóvis Gruner (0000-0003-0072-4298, Universidade Federal do Paraná, Brasil; Universidade Tuiuti do Paraná, corresponding author) |
| Year | 2009 |
| Volume | 28 |
| Issue | 2 |
| Pages | 421-448 |
| Publication date | 2009-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | História (São Paulo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0101-9074 • E-ISSN: 1980-4369 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0101-90742009000200014 |
| OpenAlex | W2006311720 |
| SciELO | S0101-90742009000200014 |
| Language | PT |
Inaugurada em janeiro de 1909, a Penitenciária do Ahú, em Curitiba, é celebrada entre as autoridades e elites locais como "um atestado vivo do progresso". O projeto da penitenciária previa uma orientação pautada nos preceitos da penalogia moderna, que entendia o aprisionamento menos como castigo e mais como uma possibilidade de regeneração física e, principalmente, moral do criminoso. O objetivo deste artigo é acompanhar o percurso que, das primeiras reclamações e queixas diante do crescimento nos índices de criminalidade, culminam com a inauguração da Penitenciária. A intenção é, ao cruzar fontes locais - especialmente relatórios de polícia e de governo - com outras cuja origem e repercussão extrapolam os limites estaduais - tais como textos de juristas e criminologistas -, mostrar que a instituição penal celebrada pela imprensa e autoridades paranaenses, só pode ser compreendida se inserida em um contexto que não está contido nas linhas e entrelinhas dos discursos e políticas estritamente regionais
Art · Curitiba · Governo · Humanities · Political science · Colonialism, slavery, and trade · Crime, Illicit Activities, and Governance · Youth, Drugs, and Violence
| Highly cited | No |
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