"Personagens Femininas Do Livro Paradidático "Tosco
Educação Sobre Gênero E Identidade
Bibliographic Data
| ID | 4088562 |
|---|---|
| Authors | Diego Fernando Cunha (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Maria De Lourdes Da Silva (0000-0003-1188-9469, Universidade do Estado do Rio de Janeiro) |
| Year | 2018 |
| Volume | 10 |
| Issue | 2 |
| Pages | 181-202 |
| Publication date | 2018-07-10 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Periferia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1984-9540 • E-ISSN: 1984-9540 |
| Publisher | Universidade de Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER) |
| DOI | 10.12957/periferia.2018.33787 |
| OpenAlex | W2882325497 |
| Language | PT |
| References cited | 4 |
O presente trabalho é resultado da pesquisa desenvolvida no âmbito do projeto "Materiais Didáticos e Paradidáticos sobre Medicamentos, Álcool e Outras Drogas para o Ensino Básico: abordagens, linhas de ação e finalidades", que analisa as publicações dos últimos 20 anos no Brasil. As fontes analisadas são o livro paradidático Tosco (2009), de Gilberto Mattje, escrito para alunos do terceiro e quarto ciclos do fundamental, que trata dos conflitos adolescentes e riscos implicados nessa fase da vida; e o livro Compreendendo Tosco (2011) escrito, pelo mesmo autor, como um guia de leitura autorizada do primeiro, especialmente voltado aos professores, com indicações de atividades para serem trabalhadas com os alunos. O objetivo foi analisar o processo de construção das personagens femininas do livro Tosco, considerando, como aspecto mais geral da análise, que as circunstâncias criadas para a leitura participam da construção dos seus significados (CHARTIER, 2002); como aspecto mais específico, que as representações de gênero e sexualidade são construídas por meio de múltiplas aprendizagens e práticas, por meios nem sempre explícitos (LOPES, G., 2008) e que tais aprendizagens e práticas reforçam identidades sociais e políticas forjadas por discursos ancorados na tradicional forma de acumulação de conhecimento pelo pensamento ocidental (MIGNOLO, 2008). Nossa análise buscou compreender os sentidos das políticas públicas que deram/dão sustentação à adoção destes livros pelas escolas públicas brasileiras. Concluímos que a luta das mulheres pelo direito de falar de si e por si não encontra amparo nestes livros
Art · Humanities · Gender, Sexuality, and Education · Philosophy
| Highly cited | No |
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