A Universidade e o Estado Novo
De "corporação orgânica" do regime a território de dissidência social
Bibliographic Data
| ID | 4103164 |
|---|---|
| Authors | Álvaro Garrido (0000-0001-5424-8923, corresponding author) |
| Year | 2008 |
| Volume | 81 |
| Issue | 81 |
| Pages | 133-153 |
| Publication date | 2008-06-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista crítica de ciências sociais/Revista crítica de ciências sociais (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0254-1106 • E-ISSN: 2182-7435 |
| Publisher | OpenEdition (PUBLISHER) |
| DOI | 10.4000/rccs.656 |
| OpenAlex | W247126354 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
O presente ensaio procura relacionar os discursos do Estado Novo sobre a Universidade e acerca dos organismos associativos estudantis (a reprodução) com as estratégias de sobrevivência e imaginação do próprio movimento de estudantes (a contestação). Como ponto de partida para uma análise dos movimentos estudantis entre o termo da Segunda Guerra Mundial e meados da década de sessenta do século XX tomam-se os estereótipos salazaristas da Universidade enquanto “corporação orgânica” do regime ditatorial e a matriz legal das associações de estudantes como “sindicatos corporativos” inibidos de expressar quaisquer conotações classistas. O texto revisita anteriores discussões relativas à emergência do “sindicalismo estudantil” na primavera de 1962, procurando aferir por que modos e razões a Universidade se constitui em palco relevante de dissidência do regime, acompanhando as sucessivas crise que a ditadura enfrenta de 1958 em diante
Humanities · Political science · Historical and Political Studies · History, Culture, and Society · Philosophy · Youth, Politics, and Society
| Highly cited | No |
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