Além do bem e do mal
O poder em Maquiavel, Hobbes, Arendt e Foucault
Bibliographic Data
| ID | 4109643 |
|---|---|
| Authors | Karlfriedrich Herb (0000-0003-4901-0667, Universidade de Regensburg, Alemanha, corresponding author) |
| Year | 2013 |
| Issue | 10 |
| Pages | 267-284 |
| Publication date | 2013-04-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Ciência Política (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0103-3352 • E-ISSN: 2178-4884 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0103-33522013000100008 |
| OpenAlex | W2068495867 |
| SciELO | S0103-33522013000100008 |
| Language | PT |
O poder é mau por natureza? Está sempre em mãos erradas? Não. Essa é a resposta dada pelos clássicos da política moderna, Nicolau Maquiavel e Thomas Hobbes. Maquiavel desconfia das promessas antigas do bom regime e da virtude humana. Ele baseia o poder político na produtividade do mal. Apesar de compartilhar o profundo pessimismo antropológico de Maquiavel, Hobbes baseia-se na virtude do soberano: o Leviatã suprime a guerra perpétua. No século XX a apologia filosófica pelo poder assume uma forma diferente. Hannah Arendt separa a violência instrumental do poder comunicativo, transformando a ágora num lugar mágico do poder. Contrariamente, Michel Foucault nega a existência de qualquer lugar privilegiado para ocorrência do poder. Para ele, o poder torna-se uma rede de relações sociais combinando sujeição e criatividade de forma ambígua
Humanities · Physics · Power (physics) · Quantum mechanics · Brazilian cultural history and politics · Brazilian Legal Issues · Philosophy · Social and Political Issues
| Highly cited | No |
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