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Hannah Arendt e o malogro do espírito revolucionário

Bibliographic Data

ID4144044
AuthorsOdilio Alves Aguiar (0000-0002-7767-1932, Universidade Federal do Ceará, corresponding author)
Year2016
Volume14
Issue2
Pages274-287
Publication date2016-12-18
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueGriot Revista de Filosofia (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2178-1036 • E-ISSN: 2178-1036
PublisherGriot Revista de Filosofia (PUBLISHER)
DOI10.31977/grirfi.v14i2.713
OpenAlexW2886878006
LanguagePT
References cited2

O texto examina o conceito arendtiano de revolução presente na obra Sobre a Revolução (1963), focalizando, especialmente, a questão do malogro do espírito revolucionário. Nossa leitura guia-se pela hipótese de que a relação entre a necessidade e a liberdade atravessa a obra da autora e ilumina a compreensão arendtiana de revolução. A opção pela necessidade, pelo econômico, por um lado, e pela formalidade jurídica, por outro, em detrimento da liberdade, está na origem, segundo Hannah Arendt, do malogro do espírito revolucionário no mundo ocidental, particularmente nas suas grandes revoluções: a francesa e a americana

Art · Humanities · Brazilian cultural history and politics · Critical Theory and Philosophy · Philosophy · Social and Political Issues

  • Karl Marx and the Tradition of Western Political Thought

    Hannah Arendt•Social research•2002

  • Entre o passado e o futuro

    Open Access•Guilherme Gonçalves De Carvalho, Matthias König et al.•Alceu•2017

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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