Entre Kierkegaard e Heidegger
Uma Reflexão Sobre O Sentido Da Angústia
Bibliographic Data
| ID | 4144175 |
|---|---|
| Authors | Marcos André Webber (0000-0003-3024-9133, Universidade do Vale do Rio dos Sinos), Suelen Da Silva Webber (0000-0002-3294-9726, Faculdade da Serra Gaúcha) |
| Year | 2018 |
| Volume | 18 |
| Issue | 2 |
| Pages | 100-113 |
| Publication date | 2018-12-16 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Griot Revista de Filosofia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2178-1036 • E-ISSN: 2178-1036 |
| Publisher | Griot Revista de Filosofia (PUBLISHER) |
| DOI | 10.31977/grirfi.v18i2.898 |
| OpenAlex | W2904074792 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
O presente trabalho tem como objetivo central indicar alguns pontos de aproximação e distinção entre o sentido atribuído por Kierkegaard à angústia na obra O conceito de angústia, e o modo pelo qual Heidegger aborda tal conceito no âmbito da analítica existencial desenvolvida em Ser e tempo. Muito embora seja possível apontar inegáveis semelhanças no modo pelo qual os dois autores compreendem o fenômeno da angústia, algumas distinções podem ser feitas se analisados os contextos a partir dos quais os pensadores se ocuparam do tema em questão. Enquanto que para Kierkegaard a angústia é vista em estrita relação com o pecado, a fé e a liberdade, Heidegger busca atribuir ao fenômeno do angustiar-se um sentido ontológico, inscrito no projeto da ontologia fundamental, a partir do qual torna-se possível ao Dasein ser livre para escolher a si mesmo, e assim assumir o modo próprio de ser
Humanities · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Phenomenology and Existential Philosophy · Philosophy · Philosophy, Ethics, and Existentialism
| Highly cited | No |
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