Quem matou Saul
Bibliographic Data
| ID | 4161711 |
|---|---|
| Authors | Luiz José Dietrich (0000-0002-3492-4872, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 34 |
| Issue | 1 |
| Pages | 225 |
| Publication date | 2020-05-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Estudos de religião (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0103-801X • E-ISSN: 2176-1078 |
| Publisher | Methodist University of São Paulo (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.15603/2176-1078/er.v34n1p225-254 |
| OpenAlex | W3033087187 |
| Language | EN |
| References cited | 3 |
A revisão da chamada "arqueologia Bíblica" pela "nova arqueologia" tornou necessária uma nova narrativa histórica sobre os primórdios de Israel, uma narrativa coerente com a exegese crítica, a leitura feminista e com o arcabouço arqueológico atual. Buscando contribuir nesta direção, este artigo considera a sugestão recente de que a unidade política liderada por Saul teria causado a incursão de Sheshonq/Sisac nas terras de Israel, e de que este faraó teria matado Saul no final do séc. X a.C. (FINKELSTEIN, 2013, p. 38-44 e 59-61; seguido por KAEFER, 2014, p. 160 e 2015, p. 41-42). Este artigo discorda desta proposta e apresenta argumentos defendendo que quem matou Saul foram os filisteus, uns 20 anos antes da invasão de Sheshonq
Finkelstein's test · Humanities · Narrative · Biblical Studies and Interpretation · Development, Ethics, and Society · History · Philosophy
| Highly cited | No |
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