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Classificação e perseguição

Os agentes da Inquisição, os negros, pardos e mulatos em uma sociedade escravista. (Alagoas Colonial, 1674-1820)

Bibliographic Data

ID4182772
AuthorsAlex Rolim Machado (0000-0002-8655-2249, Universidade Federal de Alagoas, corresponding author)
Year2014
Volume7
Issue14
Pages23
Publication date2014-12-08
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueSankofa (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1983-6023
PublisherUniversidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER)
DOI10.11606/issn.1983-6023.sank.2014.97199
OpenAlexW1508286542
LanguagePT
References cited1

Apesar de não ter sido instaurado um Tribunal da Inquisição na América portuguesa, é enganoso pensar que suas ações não tenham chegado aos Trópicos. Inicialmente foi pensado para perseguir crimes "europeus", sendo o principal o judaísmo. Nos territórios americanos, os Agentes do Santo Ofício se reinventaram a todo momento com o tráfico do negro africano, a conquista dos ameríndios e a miscigenação por conta de seus fortes traços culturais e modos de vida. Aprenderam ali a classificar e a perseguir práticas das etnias africanas e americanas. Do mesmo modo, os escravos, forros e livres igualmente se propuseram a usar a Inquisição como ferramenta de resistência, travando em alguns momentos sua suposta maquinação efetiva e voltando-a contra os senhores brancos

Ancient history · Art · CONQUEST · Humanities · Political science · Tribunal · Colonialism, slavery, and trade · History · History of Colonial Brazil · History of Medicine and Tropical Health · Law

  • Sistema de casamento no Brasil colonial

    Asuncion Lavrin•Hispanic American Historical Review•1986

Highly citedNo

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