O esquema genealógico e o mal-estar na história
Bibliographic Data
| ID | 4182984 |
|---|---|
| Authors | Luiz Renato Martins (0000-0002-6352-0463, Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2010 |
| Issue | 13 |
| Pages | 186 |
| Publication date | 2010-06-29 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Sociedade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-2982 • E-ISSN: 2237-1184 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2237-1184.v0i13p186-211 |
| OpenAlex | W2068517113 |
| Language | PT |
Este ensaio questiona a tendência “genealógica” hoje estabelecida nos discursos sobre arte brasileira, no campo do “sistema de autores”, cujas raízes datam de meados dos anos 1970, e propõe a retomada da análise e da reflexão históricas. Discute a transição da abstração geométrica no pós-1964, eclipsada pela entronização do neoconcretismo como pedra angular da arte brasileira contemporânea, nas leituras “genealógicas”. Na contramão das últimas e apoiado em argumentos de Oiticica e Pedrosa, a tese do ensaio é a de que a formação do sistema visual brasileiro, configurado em torno da abstração geométrica, nos anos 1950, consolida-se na superação dialética da abstração geométrica pelas proposições críticas e experimentais que a sucedem. A crônica da resistência da arte brasileira, da ditadura militar ao neoliberalismo, segue o fio da análise da forma objetiva (A. Candido) de obras de Oiticica e Antonio Dias, esta última até o ano 2000
Art · Humanities · Art, Politics, and Modernism · History, Culture, and Society
| Highly cited | No |
|---|