Considerações sobre a idéia de tempo em Sto. Agostinho, Hume e Kant
Bibliographic Data
| ID | 4190168 |
|---|---|
| Authors | Marcelo Carbone Carneiro (0000-0003-0880-5367, UNESP, corresponding author) |
| Year | 2004 |
| Volume | 8 |
| Issue | 15 |
| Pages | 221-232 |
| Publication date | 2004-08-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Interface - Comunicação Saúde Educação (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1414-3283 • E-ISSN: 1807-5762 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s1414-32832004000200003 |
| OpenAlex | W2099240445 |
| SciELO | S1414-32832004000200003 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
Discute-se sobre o tempo buscando entendê-lo a partir dos referenciais que o tomam como elaboração subjetiva, ou seja, como não possuindo qualquer realidade fora do sujeito. Entende-se que, na história da Filosofia, esta reflexão inicia-se com a filosofia de Sto. Agostinho e tem seu ápice no pensamento moderno, sobretudo em Hume e Kant. O tempo seria uma construção ou elaboração do espírito, sem existência fora dele (Sto. Agostinho) ou uma apreensão empírica regular de relações causais de antes e depois (Hume) ou uma intuição pura do espírito (Kant). Pretende-se, com esta análise, evidenciar uma forma clássica de conceber o tempo como elaboração realizada pelo sujeito (subjetiva
Biblical Studies and Interpretation · Philosophy and Historical Thought · Violence, Religion, and Philosophy
| Citations per year | 0.5 |
|---|---|
| Citation span | 2024 - 2024 (1) |
| Highly cited | No |