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A potência para a simulação

Deleuze, Nietzsche e os desafios figurativos ao se repensar os modelos da filosofia concreta

Bibliographic Data

ID4197397
AuthorsNorman Roland Madarasz (0000-0002-7574-3744, University Gama Filho, corresponding author), Norman Madarasz (University Gama Filho)
Year2005
Volume26
Issue93
Pages1209-1216
Publication date2005-12-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueEducação & Sociedade (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0101-7330 • E-ISSN: 1678-4626
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0101-73302005000400006
OpenAlexW2086493057
SCIELO_PIDS0101-73302005000400006
LanguagePT

A filosofia deleuziana é mais conhecida como uma criação contínua de dispositivos maquinais, cujo objetivo é transformar o esqueleto figurativo no qual as formas e os modelos aplicativos vêm se sedimentar. A metáfora geológica não é, por isso mesmo, meramente aleatória. Ela tem a ver com um encontro real entre as possibilidades de movimentos criadores de dobras e as dobras mesmas como relevos formais. Pode-se supor que a primeira dessas formas geradoras, na filosofia de Deleuze, seja o simulacro. No quadro deste artigo, pretendemos retomar a análise do simulacro nos dois textos fundamentais de Deleuze sobre Platão e sobre Lucrécio

Humanities · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Philosophical and Cultural Analysis · Philosophy · Philosophy, Ethics, and Existentialism

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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