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Conhecimento Intuitivo E Conhecimento Abstrato Na Filosofia De Schopenhauer

Bibliographic Data

ID4237861
AuthorsJosé Clerison Santos Alves (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, corresponding author)
Year2018
Volume1
Issue38
Pages328
Publication date2018-11-30
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Ideação (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1415-4668 • E-ISSN: 2359-6384
PublisherUniversidade Estadual de Feira de Santana (PUBLISHER • BR)
DOI10.13102/ideac.v1i38.4300
OpenAlexW2912941076
LanguagePT
References cited2

O presente artigo pretender mostrar que no interior de O mundo como vontade e representação Schopenhauer nos apresenta uma distinção entre dois tipos de conhecimento, a saber: o intuitivo e o abstrato. O primeiro é um produto do entendimento unido às formas puras do espaço e do tempo: as representações intuitivas. O segundo é uma obra da faculdade de razão: as representações abstratas. Para Schopenhauer, a única função da razão é atuar como uma faculdade produtora de conceitos abstratos. Aqui, todos os conceitos da razão devem ter como referência o conhecimento intuitivo, pois, sem essa referência, a razão se perde em conceitos vazios de conteúdo

Epistemology · Humanities · Literature, Culture, and Criticism · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Philosophy · Schopenhauer and Stefan Zweig

  • Schopenhauer e a crítica da razão. A razão e as representações abstratas

    Open Access•Maria Lúcia Cacciola•Discurso•1983

  • Os limites da expressão. Linguagem e realidade em Schopenhauer

    Open Access•Jair Barboza•Veritas (Porto Alegre)•2005

Highly citedNo

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