A noção de "Metafísica" a partir do arcabouço teórico do segundo período da obra nietzschiana
Bibliographic Data
| ID | 4237912 |
|---|---|
| Authors | Tiago Eurico De Lacerda (0000-0002-8641-6984, Center for Discrete Mathematics and Theoretical Computer Science, corresponding author) |
| Year | 2018 |
| Volume | 1 |
| Issue | 30 |
| Pages | 147 |
| Publication date | 2018-04-18 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Ideação (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1415-4668 • E-ISSN: 2359-6384 |
| Publisher | Universidade Estadual de Feira de Santana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.13102/ideac.v1i30.1325 |
| OpenAlex | W2897886991 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
O artigo apresenta as noções de metafísica a partir dos textos do segundo período dos escritos nietzschianos. O objetivo central é analisar como Nietzsche implementa sua crítica à metafísica apontando-a como fruto de uma falsa interpretação daquilo que é propriamente humano. Assim dos usos da palavra metafísica que Nietzsche utiliza em suas obras ater-nos-emos ao sentido crítico onde a metafísica se caracteriza como hostilidade à sensibilidade, a valorização do suprassensível, a crença no incondicionado e a anulação da interpretação que possibilita pensar a crença numa verdade pura e única. A problemática ocorre quando o homem se esquece de que a vida não é compatível com o ultramundo inventado repleto de ideais. A consequência disso é um desgosto consigo mesmo e um sentimento de culpa levando o homem a querer outra vida e outro lugar concedendo valor ao além em detrimento de todo aquém. Para se contrapor a essa culpa Nietzsche propõe o inverso: se por um lado o homem se acha responsável e culpado, pois não se vê pelo viés da necessidade, o projeto de Nietzsche aponta para a Inocência do devir, mas que leva o homem a se desprender da culpa porque passa a olhar para si e para o mundo de forma mais "correta
Humanities · Hume's philosophy and hair distribution · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Philosophy · Schopenhauer and Stefan Zweig
| Highly cited | No |
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