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Hannah Arendt E a Dimensão Política Da Ausência De Pensamento

Considerações a Partir Do Caso Eichmann

Bibliographic Data

ID4237947
AuthorsAline Matos Da Rocha (0000-0001-6957-9901, Universidade de Brasília, corresponding author)
Year2020
Volume1
Issue42
Pages538-547
Publication date2020-12-17
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Ideação (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1415-4668 • E-ISSN: 2359-6384
PublisherUniversidade Estadual de Feira de Santana (PUBLISHER • BR)
DOI10.13102/ideac.v1i42.5287
OpenAlexW3099566247
LanguagePT

Este artigo parte de uma leitura da obra "Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal", de Hannah Arendt, buscando compreender a relação que se estabelece entre ausência de pensamento e a sua consequente dimensão política, entendida desde a relação (responsável) do indivíduo com o mundo (com)partilhado com uma comunidade plural. Através da companhia de Arendt, analisaremos a hipótese de que se Eichmann tivesse estabelecido outra relação com o pensamento, o mal existiria (o Nazismo era um fato), porém ele seria uma das pessoas que diriam não, ou conseguiriam se questionar: qual a dimensão política da minha adesão ao Regime do Terceiro Reich? Quem cultiva a atividade de pensar se impõe limites e estabelece empatia com o mundo plural, no qual somos sempre responsáveis

Brazilian cultural history and politics · Critical Theory and Philosophy · Hannah Arendt's Political Philosophy

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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