Interseccionalidade como práxis
Reflexões Sobre Raça, Gênero E Autodefinição Nas Sociabilidades Digitais
Dados Bibliográficos
| ID | 4256586 |
|---|---|
| Autores | Camila Barbosa Oliveira (0000-0003-0354-3492, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, autor correspondente) |
| Ano | 2025 |
| Páginas | e52044 |
| Data de publicação | 2025-06-15 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Mediações Revista de Ciências Sociais (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1414-0543 • E-ISSN: 2176-6665 |
| Editora | Universidade Estadual de Londrina (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5433/2176-6665.2025v30e52044 |
| OpenAlex | W4412163827 |
| Idioma | ES |
| Referências citadas | 3 |
O presente artigo visa discutir a interseccionalidade como práxis, ou seja, como uma prática alicerçada na teoria, para a compreensão de processos de autodefinição, construção e afirmação de identidades negras. Ao observar a interseccionalidade como práxis, a atenção aqui está voltada não apenas àquilo que a interseccionalidade é, mas também ao que ela pode fazer. Tal análise é desenvolvida a partir do acompanhamento dos canais no YouTube de Ana Paula Xongani e Gabi DePretas. Com uma abordagem qualitativa, a coleta e análise de dados foram desenvolvidas a partir da etnografia de tela (Rial, 2004). Observa-se que a interseccionalidade como práxis se manifesta a partir da articulação entre marcadores sociais da diferença e os agenciamentos envolvidos
Art · Humanities · Political science · Race, Identity, and Education in Brazil · Youth, Politics, and Society
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |