Mujeres Libres
Anarcofeminismo e subjetividade na Revolução Espanhola
Bibliographic Data
| ID | 4315203 |
|---|---|
| Authors | Marina Rago (0000-0003-4768-9696), Margareth Rago (Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 8 |
| Publication date | 2022-12-16 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | RIDPHE_R Revista Iberoamericana do Patrimônio Histórico-Educativo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2447-746X • E-ISSN: 2447-746X |
| Publisher | RIDPHE-R - Revista Iberoamericana do Patrimonio Historico-Educativo (PUBLISHER) |
| DOI | 10.20888/ridpher.v8i00.17474 |
| OpenAlex | W4313272780 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
Partindo das questões levantadas pelas teóricas feministas Rosi Braidotti e Elizabeth Grosz, procuro pensar a experiência das militantes anarquistas ligadas ao Grupo Mujeres Libres, durante a Revolução Espanhola, entre 1936-39. Radical em sua contestação do poder de classe e de gênero, o Grupo reuniu mais de quarenta mil afiliadas por toda a Espanha, criou cursos de capacitação das trabalhadoras, creches, postos de saúde para as mulheres e "liberatórios de la prostitución", e publicou uma revista feminista. Considerando essa ampla experiência política, documentada nos jornais libertários espanhóis, nos treze números da revista Mujeres Libres e em relatos autobiográficos, pergunto se e como o anarcofeminismo praticado por elas criou um modo específico de existência, mais integrado e humanizado; se e como pode operar no sentido de reatualizar o imaginário político e cultural de nossa época. Os operadores conceituais e as problematizações de Michel Foucault sobre a produção da subjetividade são referências fundamentais nessa abordagem
Art · Humanities · Anarchism and Radical Politics · Gender and Feminist Studies · Spanish Culture and Identity
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |