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O infinito e a vida em Hegel

Apontamentos a Partir Do Terceiro Capítulo Da Fenomenologia Do Espírito

Bibliographic Data

ID4319602
AuthorsVinícius Dos Santos (0000-0002-0752-8663, Universidade Federal da Bahia, corresponding author)
Year2021
Volume44
Issue3
Pages433-452
Publication date2021-09-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueTrans/Form/Ação (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0101-3173 • E-ISSN: 1980-539X
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/0101-3173.2021.v44n3.33.p433
OpenAlexW3202239212
SCIELO_PIDS0101-31732021000300433
LanguageEN
References cited1

Um dos maiores percalços para a compreensão da lógica dialética de Hegel encontra-se na relação peculiar que ela estabelece entre finito e infinito. Mais precisamente, na tese da imanência dinâmica do finito no infinito, que permite ao pensamento hegeliano sustentar e compreender as contradições inerentes ao real, sem dissolvê-las ou fixá-las, por exemplo, ao modo kantiano. Tal problemática aparece de modo mais explícito, por exemplo, ao final do terceiro capítulo da Fenomenologia do Espírito, e demarca uma das inflexões mais importantes da obra, justamente no momento em que a consciência se depara com a infinitude e, por conseguinte, com a Vida enquanto movimento do próprio Espírito. É esse agenciamento, que auxilia a desvendar algumas das linhas de força da dialética de Hegel, que se irá reconstruir neste artigo

Epistemology · Hegelianism · Humanities · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Philosophical Thought and Analysis · Philosophy · Philosophy and Historical Thought

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