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O Estatuto da Pitié nas Obras de Rousseau

Bibliographic Data

ID4319777
AuthorsMarisa Alves Vento (Instituto Federal de Goiás, corresponding author)
Year2015
Volume38
Issuespe
Pages153-162
Publication date2015-01-01
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueTrans/Form/Ação (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0101-3173 • E-ISSN: 1980-539X
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0101-317320150004000013
OpenAlexW2176479908
SCIELO_PIDS0101-31732015000400153
LanguagePT

A hipótese apresentada neste texto é a de que a piedade, que Rousseau também denomina "segundo princípio", encontrado por ele "ao meditar nas primeiras e mais simples operações da alma humana", não é um princípio antagônico ao amor de si. Pretende-se mostrar como o dualismo radical dos princípios se renderia diante da evidência de uma unidade representada por um duplo movimento: o de fixar-se ou aderir-se em si (amor de si) e o de expansão, que seria a expressão da piedade. Desse ponto de vista, o segundo princípio teria um status complementar do amor de si e não opositivo a ele, como algumas interpretações propõem. Entretanto, é uma discussão complexa, uma vez que nela estão implicadas as controvérsias entre os intérpretes de Rousseau em relação à possível divergência da noção de piedade, no Segundo Discurso, no Emílio e no Ensaio sobre a Origem das Línguas, além das discussões em torno da datação do Ensaio

Humanities · European Political History Analysis · Philosophy · Political Theory and Influence · Rousseau and Enlightenment Thought

Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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