Como escolher um exemplo? De qualquer um para qualquer um
Bibliographic Data
| ID | 4320011 |
|---|---|
| Authors | Ronaldo Filho Manzi (0000-0001-7980-3997, Faculdade de Inhumas, Brasil, corresponding author) |
| Year | 2019 |
| Volume | 42 |
| Issue | 4 |
| Pages | 187-200 |
| Publication date | 2019-10-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Trans/Form/Ação (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0101-3173 • E-ISSN: 1980-539X |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/0101-3173.2019.v42n4.10.p187 |
| OpenAlex | W3001568191 |
| SciELO | S0101-31732019000400187 |
| Language | PT |
| Citations received | 1 |
Como escolher um exemplo? O que se passa como um simples dado pode ser o mais complexo: o critério de escolha. Alguns casos servem de exemplo e outros não. Por quê? O objetivo deste texto é tentar dar algum critério para esse tipo de escolha. O caminho escolhido para tal foi tomar um caso da psicopatologia freudiana: o caso Dora. Por que esse caso é considerado o exemplo de histeria? Para responder a essa questão, recorre-se ao pensamento de Agamben, principalmente quando se diferencia o exemplo da exceção; além de outros pensadores contemporâneos, recorre-se também a Foucault, quando este nos mostra o que seria o pensamento do exterior. O texto busca determinar por que o exemplo recai no caso de singularidade - algo que nem é particular e nem universal. Há um paradigma em dar um exemplo: nem todos valem. Por quê
Gender, Sexuality, and Education · Literature, Culture, and Criticism · Psychology and Mental Health
| Citations per year | 0.5 |
|---|---|
| Citation span | 2024 - 2024 (1) |
| Highly cited | No |