Sobre o status metafísico das cores
Bibliographic Data
| ID | 4320433 |
|---|---|
| Authors | Paul Julian Smith (0000-0001-5239-3190, Universidade Federal de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2023 |
| Volume | 46 |
| Issue | spe1 |
| Pages | 473-500 |
| Publication date | 2023-07-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Trans/Form/Ação (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0101-3173 • E-ISSN: 1980-539X |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/0101-3173.2023.v46esp1.p473 |
| OpenAlex | W4385629613 |
| SCIELO_PID | S0101-31732023000700473 |
| Language | PT |
| References cited | 7 |
Neste artigo, pretende-se desenvolver uma concepção sobre as cores como parte de uma visão cética do mundo. Para isso, investiga-se como alguns dos principais céticos, ao longo da história da filosofia, conceberam as cores, seja em relação a outras qualidades sensíveis, seja em relação ao objeto físico. Depois, à luz do debate entre Barry Stroud e John McDowell, descreve-se aquela que parece ser a concepção comum das cores, sustentando-se que o cético não apenas aceita que os objetos são coloridos, mas que ele pode saber qual é a sua cor, por meio da percepção
Humanities · Chemistry Education and Research · Literary Analysis and Cultural Studies · Philosophy · Visual Culture and Art Theory
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |