Da Maloca Ao Assentamento
Territorialidades e trajetórias dos Migueleno no contexto da sobreposição da Rebio Guaporé
Bibliographic Data
| ID | 4322656 |
|---|---|
| Authors | Luiz Augusto Sousa Nascimento (0000-0002-7396-704X, Universidade Federal de São Carlos, corresponding author) |
| Year | 2018 |
| Volume | 3 |
| Issue | 5 |
| Pages | 104 |
| Publication date | 2018-06-30 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | ODEERE (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2525-4715 • E-ISSN: 2525-4715 |
| Publisher | Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/Edicoes UESB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.22481/odeere.v3i5.2720 |
| OpenAlex | W2889451059 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
O objetivo do trabalho é analisar os processos relacionais entre os indígenas Migueleno, o território e o Estado brasileiro na região do atual Estado de Rondônia. O SPI Pautado na teoria da aculturação, no ano de 1928, considerou os Migueleno como grupos extintos, alegando a sua integração à sociedade nacional. A partir desse período, parte do grupo passou a constituir moradia na Vila do Limoeiro, a margem esquerda do rio São Miguel. Em 1982, o Governo brasileiro criou a Reserva Biológica do Guaporé, deslocando os Migueleno e parte de seringueiros para um assentamento a margem direita no baixo São Miguel, classificando o grupo como "colonos assentados" pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA. A partir do ano de 2000, os Migueleno através do movimento indígena estão reivindicando sua etnicidade e procurando caminhos para retornar ao seu território de "ocupação tradicional", atualmente sobreposto à Reserva Biológica do Guaporé. A pesquisa pautada em estudos etnográficos analisa os processos situacionais, a dispersão dos Migueleno e a relação deles com o território de "ocupação tradicional", atualmente sobreposto por uma Reserva Biológica
| Citation velocity | historical |
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| Highly cited | No |