Quilombos
Escravidão E Resistência
Bibliographic Data
| ID | 4322657 |
|---|---|
| Authors | Humberto José Fonseca (0000-0002-0542-4625, Southwest Bahia State University), Zoraide Portela Silva (0000-0002-5226-0643, Universidade do Estado da Bahia) |
| Year | 2020 |
| Volume | 5 |
| Issue | 9 |
| Pages | 234 |
| Publication date | 2020-06-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | ODEERE (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2525-4715 • E-ISSN: 2525-4715 |
| Publisher | Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/Edicoes UESB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.22481/odeere.v5i9.6573 |
| OpenAlex | W3039380760 |
| Language | EN |
| References cited | 4 |
O Brasil foi um dos maiores traficantes de africanos destinados à escravidão nas Américas; e a Bahia um dos seus principais destinos. Porém, juntamente com a escravidão, os africanos trouxeram também a rebelião. Uma das principais formas de negação da escravidão pela revolta trazida pelos negros africanos às Américas foi o quilombo. O artigo discute as mudanças ocorridas na literatura histórica sobre a escravidão e suas formas de negação após o centenário da abolição, em 1988. O quilombo de Palmares surgido no interior de Alagoas em finais do século XIV, veio a se constituir, durante o século XVII, no maior e mais bem organizado quilombo das Américas. Visto de formas diferentes pela historiografia ao longo do tempo, Palmares acabou por se transformar, no imaginário dos explorados de todos os matizes e dos negros de forma especial, num dos maiores símbolos de liberdade e de resistência a qualquer forma de exploração, opressão e discriminação. Palavras-chave: Escravidão; negros; quilombo de Palmares; resistência
Humanities · Colonialism, slavery, and trade · History of Colonial Brazil · Philosophy
| Highly cited | No |
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