Limites da canção
A música brasileira segundo Mário de Andrade
Bibliographic Data
| ID | 4324301 |
|---|---|
| Authors | Caion Meneguello Natal (0000-0003-0357-3202, Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 40 |
| Publication date | 2021-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | História (São Paulo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0101-9074 • E-ISSN: 1980-4369 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1980-4369e2021062 |
| OpenAlex | W4205638882 |
| SciELO | S0101-90742021000100413 |
| Language | PT |
O artigo aborda a reflexão sobre música brasileira realizada pelo polígrafo Mário de Andrade entre as décadas de 1920 e 1940. O musicólogo pregava o uso dos ritmos populares como base às composições modernas. No entanto, haveria que ter cuidado com o uso excessivo do documento folclórico, uma vez que o mesmo poderia redundar em produções aligeiradas, pastichos destinados ao comércio e ao entretenimento. A tarefa consistia em definir um padrão musical coletivo, que pudesse controlar o virtuosismo do artista moderno. As cantorias folclóricas garantiriam esse padrão. Em contrapartida, não se deveria abandonar os legados do desenvolvimento harmônico ocidental, senão que equacioná-los à rítmica popular. As fontes documentais aqui utilizadas são crônicas e ensaios que Mário de Andrade publicou entre fins dos anos 1920 e início da década de 1940, as quais encontram-se indicadas ao final do texto, nas referências bibliográficas
Art · Humanities · Brazilian cultural history and politics · Literature, Culture, and Criticism · Musicology and Musical Analysis
| Highly cited | No |
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