Desrespeito e revolta
Bibliographic Data
| ID | 4354858 |
|---|---|
| Authors | Mattias Iser (Goethe University Frankfurt, corresponding author) |
| Year | 2013 |
| Volume | 15 |
| Issue | 33 |
| Pages | 82-119 |
| Publication date | 2013-08-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Sociologias (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1517-4522 • E-ISSN: 1807-0337 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s1517-45222013000200004 |
| OpenAlex | W2096347052 |
| SciELO | S1517-45222013000200004 |
| Language | EN |
| Citations received | 6 |
| References cited | 2 |
Uma crítica social frutífera precisa questionar, também, se as ações ou condições sociais que inicialmente provocam apenas sentimentos difusos de mal-estar ou de vergonha, não deveriam, de preferência, suscitar revolta. Uma das mais frutíferas propostas teóricas para dar conta dessa tarefa é a Teoria do Reconhecimento de Axel Honneth, com a qual ele pretende substituir a ênfase habermasiana em nossas práticas comunicativas como fundamento da Teoria Crítica. Contudo, nessa abordagem inovadora, é exatamente a forte ênfase de Honneth no autorrelacionamento individual (como núcleo de uma teoria formal do Bem) que conduz a uma incorreta interpretação por parte dele dos principais aspectos da revolta capazes de provocar o avanço. Neste artigo, eu analiso mais precisamente a contribuição que a ideia de uma autorrelação bem-sucedida (como suposto telos) realiza dentro da teoria do reconhecimento, porém, ressaltando suas limitações
Humanities · Sociology · Critical Theory and Philosophy · Hannah Arendt's Political Philosophy · Philosophy · Psychoanalysis, Philosophy, and Politics
| Citations per year | 0.55 |
|---|---|
| Citation span | 2015 - 2024 (10) |
| Highly cited | No |