Ntelectuais Das Letras Amazonenses
Imortais, Madrugadenses E Especialistas
Bibliographic Data
| ID | 4367725 |
|---|---|
| Authors | Fabrício Magalhães De Souza (0000-0002-8322-8929, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 22 |
| Issue | 2 |
| Pages | 72-93 |
| Publication date | 2022-01-01 |
| Open Access | No |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Somanlu - Revista de Estudos Amazônicos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1518-4765 • E-ISSN: 2316-4123 |
| Publisher | Programa de Pós-Graduação em Sociedade e Cultura na Amazônia, Universidade Federal do Amazonas (PUBLISHER) |
| DOI | 10.29327/233099.22.2-5 |
| OpenAlex | W4399479724 |
| Language | EN |
Este artigo estuda as feições geracionais da crítica literária amazonense, organizando-as em três grandes grupos, quais sejam: os imortaisda Academia Amazonense de Letras, os madrugadens, escritores-críticos advindos do Clube da Madrugada, e os especialistas, críticos que atuaram desde a década de 1970 e, depois, aqueles que atuam a partir da universidade, começando na década de 1980. O objetivo principal é revisar a proposta de divisão da crítica literária amazonense proposta por Souza (2020) e Souza e Gabriel (2020), reavaliando o lugar da crítica da primeira metade do século XX, isto é, aquela composta especialmente pelos acadêmicos do Silogeu, e como essas gerações críticas dialogam entre si de tempos em tempos. Adotamos uma abordagem bibliográfica, considerando a crítica literária amazonense como um espaço literário e um processo estruturante e estruturado na produção literária amazonense, seguindo as lições de Erll (2005; 2012), Nora (1993) e Bordieu (1996). Para a proposta de divisão em gerações da crítica literária amazonense, lançamos mão dos estudos de Pedro Lyra (1995) e Rachel Esteves de Lima (1998). Partimos da hipótese de que a crítica literária amazonense pode ser dividida em gerações de maneira aproximada à divisão da poesia brasileira do século XX
Political science · Linguistics and Education Research · Linguistics and Language Studies · Literature, Culture, and Criticism
| Highly cited | No |
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