A narrativa cinematográfica de 'Árvores da Paz' (2021) sob a égide do pós-modernismo
Bibliographic Data
| ID | 4376686 |
|---|---|
| Authors | Carlos Eduardo De Araujo Placido (0000-0002-4745-3600, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 11 |
| Issue | 2 |
| Pages | e110207 |
| Publication date | 2024-04-17 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Jangada crítica | literatura | artes (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2317-4722 • E-ISSN: 2317-4722 |
| Publisher | Revista Jangada: Critica Literatura Artes (PUBLISHER) |
| DOI | 10.35921/jangada.v11i2.542 |
| OpenAlex | W4394891715 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
A obra cinematográfica Árvores da Paz (2021) de Alana Brown reflete sobre as diferentes facetas do Genocídio de Ruanda através do female gaze, ocorridos em 1994. A narrativa se inicia com quatro personagens femininas em uma sororidade forçada. A perspectiva moderna indica que essas personagens deveriam apresentar uma conexão inata por serem todas mulheres. Não obstante, essa irmandade não ocorre naturalmente. A sororidade é só realmente consubstanciada quando elas rompem com os estereótipos universalizados do feminismo moderno e se apresentam pela ótica do feminismo pós-moderno. Por esses motivos, o objetivo deste artigo foi o de analisar a narrativa cinematográfica do filme Árvores da Paz (2021) sob a égide do pós-modernismo. Como resultado, a análise demonstrou que quando as personagens femininas questionam a realidade imposta, elas conseguem expor problemas invisíveis, romper com estereótipos negativos, sugerir histórias mais inclusivas e, até mesmo, transformar tal realidade
| Highly cited | No |
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