A expansão romana vista das margens
Bibliographic Data
| ID | 4464368 |
|---|---|
| Authors | Rafael Scopacasa (0000-0002-0855-2999, Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 30 |
| Issue | 1 |
| Publication date | 2024-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Tempo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-7704 • E-ISSN: 1980-542X |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/tem-1980-542x2024v300101 |
| OpenAlex | W4392171839 |
| SCIELO_PID | S1413-77042024000100201 |
| Language | PT |
| References cited | 4 |
As discussões sobre o imperialismo romano vêm se atendo aos primeiros momentos desse processo, na Itália dos séculos IV e III a.e.c. Devido à natureza fragmentária das fontes, é difícil entender como o começo da expansão romana foi percebido pelos agentes históricos envolvidos, especialmente por aqueles que vivenciaram o lado mais brutal do processo. Entre esses estavam as comunidades semiurbanizadas das montanhas da Itália central, chamadas imprecisamente de "samnitas" nas fontes greco-romanas. Embora os relatos historiográficos antigos disponíveis sejam tardios e romanocêntricos, podem servir de base para delinear aspectos de como essas comunidades teriam enxergado sua própria subordinação: propõe-se que esses agentes históricos podem ter mantido uma forte e talvez anacrônica percepção de sua própria independência
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |