Limites e desafios para o acesso das mulheres privadas de liberdade e egressas do sistema prisional nas Redes de Atenção à Saúde
Bibliographic Data
| ID | 4479775 |
|---|---|
| Authors | Águida Luana Veriato Schultz (0000-0002-4716-6783, Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Renata Maria Dotta (0000-0002-1830-1624, Fundação Escola Superior do Ministério Público, Brazil), Bianca Sordi Stock (0000-0001-9148-0596, Universidad Católica de Temuco), Míriam Thais Guterres Dias (0000-0002-3881-4961, Universidade Federal do Rio Grande do Sul) |
| Year | 2020 |
| Volume | 30 |
| Issue | 3 |
| Publication date | 2020-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Physis Revista de Saúde Coletiva (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0103-7331 • E-ISSN: 1809-4481 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0103-73312020300325 |
| OpenAlex | W3103057015 |
| SciELO | S0103-73312020000300607 |
| Language | PT |
| Citations received | 10 |
| References cited | 15 |
O trabalho analisa os limites e desafios para o acesso da população prisional feminina e egressa do sistema prisional nos serviços da Rede de Atenção à Saúde (RAS). Trata-se de estudo qualitativo, exploratório e descritivo realizado com dez trabalhadores de uma Equipe de Atenção Básica prisional de um presídio feminino na Região Sul do Brasil. Realizaram-se sessões de grupo focal e os dados foram analisados tematicamente, resultando em dois eixos: (a) Barreiras para inclusão das reclusas na RAS; e (b) Barreiras para inclusão das egressas na RAS. Apesar de a unidade básica de saúde prisional ser considerada a principal porta de entrada da população carcerária no sistema de saúde, ainda precisa ser organizada para tornar-se ordenadora do cuidado à saúde da mulher. As dificuldades para o acesso das egressas nos serviços de saúde extramuros contribuem para a descontinuidade do tratamento, haja vista a falta de acompanhamento desta população pelos componentes da RAS, especialmente pelos serviços de saúde mental. Faz-se necessário avançar na ampliação e otimização de serviços mais equitativas e integrais, estimulando a integração na gestão de fluxos entre a atenção básica prisional e os demais dispositivos da RAS
Gynecology · Political science · Criminal Justice and Corrections Analysis · Medicine · Policing Practices and Perceptions · Youth, Drugs, and Violence
Women, prisons, and freedom
Diversidade e diferença
Prevalence and factors associated with anxiety and depressive symptoms in women deprived of liberty in Juiz de Fora-MG, Brazil
Mulheres, prisões e liberdade
Diversity and difference
Prevalência e fatores associados a sintomas ansiosos e depressivos em mulheres privadas de liberdade em Juiz de Fora-MG, Brasil
Resources for Health Maintenance in Persons Deprived of Liberty With Arterial Hypertension
Recursos Para Manutenção Da Saúde Em Pessoas Presas Com Hipertensão Arterial
Cuidado em saúde e sua relação com aspectos sociodemográficos das mulheres privadas de liberdade no Brasil
Medical students' perceptions of cervical cancer screening in women deprived of their liberty
“From the prison door right to the sidewalk, everything went downhill,” A qualitative study of the health experiences of recently released inmates
The impact of prison deinstitutionalization on community treatment services
Drug use in prisons
Para além das grades e punições
Tuberculose em presídios brasileiros
O impacto da prisão na saúde mental dos presos do estado do Rio de Janeiro, Brasil
All-Cause and External Mortality in Released Prisoners
Low-intensity case management increases contact with primary care in recently released prisoners
Using thematic analysis in psychology
Uma noção de matriciamento que merece ser resgatada para o encontro colaborativo entre equipes de saúde e serviços no SUS
Análise da percepção de gestores sobre a gestão da política de saúde penitenciária em Mato Grosso, Brasil
| Citations per year | 2.5 |
|---|---|
| Citation span | 2022 - 2024 (3) |
| Highly cited | No |