Usos e abusos da leitura de Proust
Reflexões em torno de Como Proust pode mudar sua vida (Alain de Botton) e Proust e os signos (Gilles Deleuze)
Bibliographic Data
| ID | 4496766 |
|---|---|
| Authors | Ieda Tucherman (0000-0002-7184-0176) |
| Year | 2017 |
| Volume | 23 |
| Issue | 2 |
| Publication date | 2017-02-24 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Logos (Lithuania (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0868-7692 • E-ISSN: 1982-2391 |
| DOI | 10.12957/logos.2016.27509 |
| OpenAlex | W2616514217 |
| Language | PT |
A proposta deste texto é antiga, tratando de uma indagação que retorna por meios contemporâneos: a arte deve ser medida ou produzida com um sentido de utilidade? Sem julgamento a priori, as duas propostas das leituras que apresentamos se relacionam de maneira contrastante com esta inquietação: a leitura de Alan de Botton é quase terapêutica; Proust, um dos mais herméticos escritores do século XX, aparece a partir de rubricas que podemos associar aos títulos da literatura de autoajuda. Em Deleuze, ela reside no fato de ser a literatura a experiência de gaguejar na própria língua, produzir mundos possíveis no campo da arte e dos sistemas de pensamento. Neste caso, ao contrário de acalmar ou indicar caminhos, sua função é nos lançar na zona do inesperado
French Literature and Critical Theory · Psychology and Mental Health · Semiotics and Representation Studies
| Highly cited | No |
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