De quem é a praça Gomes Freire
As disputas simbólicas no espaço Jardim e as representações da imprensa de Mariana-MG
Bibliographic Data
| ID | 4496961 |
|---|---|
| Authors | Cláudio Rodrigues Coração, Filipe Davison Barboza Carneiro |
| Year | 2019 |
| Volume | 25 |
| Issue | 1 |
| Publication date | 2019-02-05 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Logos (Lithuania (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0868-7692 • E-ISSN: 1982-2391 |
| DOI | 10.12957/logos.2018.35877 |
| OpenAlex | W2926207554 |
| Language | PT |
Principal espaço público de Mariana-MG, a praça Gomes Freire - mais conhecida como Jardim - é frequentada por diferentes grupos sociais. Essa sociabilidade não se dá de forma totalmente harmônica, o que gera disputas simbólicas. A partir do entendimento de que deve ser preservado no Jardim seu caráter plural de convivência - mesmo na chave da tensionalidade - este artigo pretende investigar as representações sobre a praça através da mídia local, mais precisamente pelo jornal Ponto Final, já que a imprensa é um dos principais agentes construtores dos sentidos urbanos. As análises mostram que, apesar da variada gama de uso, o jornal prefere dar destaque aos supostos aspectos negativos do Jardim. Dessa forma, é possível afirmar que as pautas jornalísticas batem com as ideias de higienização, controle e vigília, visão que pode interessar a determinados grupos e que coloca em risco o caráter estritamente público da praça
Art · Humanities · Education and Digital Technologies · Education Pedagogy and Practices · Rural and Ethnic Education
| Highly cited | No |
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