Expansão canavieira e resistência sitiante
Bibliographic Data
| ID | 4515074 |
|---|---|
| Authors | Bruno Marra De Melo (0000-0003-3128-3093, Universidade Federal de São Carlos), Maria Aparecida De Moraes Silva (0000-0002-0019-7806, Universidade Federal de São Carlos) |
| Year | 2014 |
| Volume | 33 |
| Issue | 2 |
| Pages | 82-103 |
| Publication date | 2014-06-13 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Raízes Revista de Ciências Sociais e Econômicas (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-552X • E-ISSN: 2358-8705 |
| Publisher | Raizes Revista de Ciencias Sociais e Economicas (PUBLISHER) |
| DOI | 10.37370/raizes.2013.v33.391 |
| OpenAlex | W3015843995 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Na primeira década deste século a expansão da cana-de-açúcar alcança o extremo noroeste paulista, território ocupado, desde os arredores dos anos 1950, por sitiantes que aí se estabeleceram depois do trabalho realizado como colonos nas fazendas de café do centro do Estado. Neste artigo, apresentamos as estratégias de resistência cotidiana empreendidas por este grupo à ocupação dos territórios em que viviam. Iluminadas, sobretudo, pelas reflexões sobre o tema realizadas por James Scott, tais estratégias encontram seu fundamento, sobretudo nos princípios de uma economia moral camponesa, e manifestam-se tanto nas estratégias diretas de reprodução da vida (material e simbólica), como em pequenas rebeliões, boicotes e na disseminação de boatos
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |