Memória e corpo de uma infância resistente
Uma análise de Kamchatka, O ano em que meus pais saíram de férias e Infância clandestina
Bibliographic Data
| ID | 4524672 |
|---|---|
| Authors | Tatiana Oliveira Siciliano (0000-0001-6867-195X, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), Tatiana Helich (0000-0002-1078-6225, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), Valmir Moratelli (0000-0002-6071-1360, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) |
| Year | 2023 |
| Volume | 48 |
| Publication date | 2023-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Galáxia (São Paulo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1519-311X • E-ISSN: 1982-2553 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1982-2553202359601 |
| OpenAlex | W4378716076 |
| SCIELO_PID | S1982-25532023000100314 |
| Language | PT |
| References cited | 3 |
Com base na análise dos filmes O ano em que meus pais saíram de férias (2006), de Cao Hamburger; Kamchatka (2002), de Marcelo Piñeyro; e Infância clandestina (2011), de Benjamin Ávila, este artigo aborda o contexto ditatorial militar brasileiro em 1970 e o argentino em 1976 e 1979, tendo como aportes teóricos autores como Jeanne Marie Gagnebin (2014), Beatriz Sarlo (2012) e Márcio Selligman-Silva (2003) na discussão da memória como meio para construção de identidade. Os filmes expressam o trauma vivido nos dois países sob a perspectiva lúdica infantil dos filhos de militantes, cujos pais caíram na clandestinidade. O enquadramento traz para primeiro plano as consequências no corpo infantil que, ao serem narradas, suturam as lembranças de um passado marcado pela violência
Humanities · Physics · Brazilian cultural history and politics · Memory, Trauma, and Testimony · Memory, violence, and history · Philosophy
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |