Tradução como ato de liberdade
Filosofia da tradução em Vilém Flusser
Bibliographic Data
| ID | 4543327 |
|---|---|
| Authors | Sara Ramos Oliveira (0000-0002-1996-3742, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 5 |
| Issue | 1 |
| Publication date | 2021-11-26 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | caleidoscópio literatura e tradução (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2526-933X • E-ISSN: 2526-933X |
| Publisher | Biblioteca Central da UNB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.26512/caleidoscopio.v5i1.37287 |
| OpenAlex | W3216933574 |
| Language | PT |
O agir flusseriano concebido a partir do não-fundamento (bodenlos) expressa os resquícios e o que, por fim, de Auschwitz ensejou-se no domínio da escrita e da existência. O ensaio a seguir visa mostrar o que, precisamente, o filósofo toma como condição da nova cognição em seu exílio no Brasil, neste contexto mundial de crise da escrita. De outra maneira, o exercício de liberdade para com o abismo produzido naquele colapso alemão está no ato tradutório, fruto da necessidade da articulação das novas línguas, pelo que um tensionamento quase cosmológico - sem ser teológico - surge da prática linguística de escape do tempo linear com o "modo de intenção" tomado (Benjamin) na direção da eternidade, ou do que mais se aproxima da linguagem geral
| Highly cited | No |
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