Sociomuseologia
Perspectivas De Uma Disciplina Pretensamente Decolonial
Bibliographic Data
| ID | 4581240 |
|---|---|
| Authors | Átila Bezerra Tolentino (corresponding author), Atila Tolentino |
| Year | 2024 |
| Volume | 16 |
| Issue | 31 |
| Pages | 363-384 |
| Publication date | 2024-07-29 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Memória em Rede (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2177-4129 • E-ISSN: 2177-4129 |
| Publisher | Universidade Federal de Pelotas (PUBLISHER) |
| DOI | 10.15210/rmr.v16i31.26618 |
| OpenAlex | W4405073695 |
| Language | EN |
Este trabalho tem como foco refletir sobre a concepção da Sociomuseologia como uma disciplina decolonial como propõem os pesquisadores Judite Primo e Mário Moutinho (2020, 2021), da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia. Com embasamento em autores e autoras das teorias críticas decoloniais, como também em pensadores ligados às ciências sociais, Primo e Moutinho advogam que a Sociomuseologia é uma Escola de Pensamento decolonial pautada na pedagogia decolonial", inspirada em Catherine Walsh, e numa "pedagogia da libertação", calcada no pensamento de Paulo Freire, bem como é uma disciplina que reconhece o papel e a voz de grupos historicamente subalternizados ou marginalizados. Neste artigo, o debate é retomado de modo a repensar a Sociomuseologia à luz da realidade brasileira, contribuindo para que a disciplina se engaje, ainda mais, em seu posicionamento ético e político com a decolonialidade como uma utopia emancipatória (VERGÈS, 2023). Defende-se que, no Brasil, a Sociomuseologia se conforma a partir das redes difusas de museologia social e comunitária, como também a partir dos processos participativos de construção de políticas públicas para o campo dos museus. E ainda temos como desafio o enfrentamento aos nossos colonialismos internos no campo da Museologia
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