Madalena e Mirtes
Por que as mulheres negras são as últimas da fila depois de ninguém
Bibliographic Data
| ID | 4755487 |
|---|---|
| Authors | Marília Do Amparo Alves Gomes (0000-0002-2321-3813), Tânia Rocha De Andrade Cunha (0000-0002-6120-1346, Southwest Bahia State University) |
| Year | 2021 |
| Volume | 6 |
| Issue | 01 |
| Pages | 84-108 |
| Publication date | 2021-06-30 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | ODEERE (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2525-4715 • E-ISSN: 2525-4715 |
| Publisher | Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/Edicoes UESB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.22481/odeere.v6i01.8546 |
| OpenAlex | W3185388172 |
| Language | EN |
| Citations received | 1 |
| References cited | 5 |
Este artigo suscita uma reflexão sobre a condição que muitas mulheres negras ainda vivem na sociedade brasileira. Nesta breve análise examinamos as memórias coletivas dos grupos dominantes e dominados desde o contexto da escravidão brasileira até a sociedade atual tomando como base a teoria da memória de Maurice Halbwachs e Michael Pollak, recorremos também aos estudos de algumas feministas negras, a exemplo de Grada Kilomba, Bell Hooks, Sueli Carneiro e Chimamanda Adichie e também da feminista Heleieth Saffioti, que abordam o viés da interseccionalidade e escancara as desigualdades, opressões e violências enfrentadas pelas mulheres negras. Assim, a partir de uma análise qualitativa, podemos afirmar que: i) a memória coletiva de grupos da elite branca é memória oficial e reflete o modelo de relações raciais do Brasil; ii) a memória e o esquecimento marcam a trajetória do povo negro; iii) o projeto colonial se apresenta com novas roupagens do racismo
Brazilian cultural history and politics · Race, Identity, and Education in Brazil
| Unique citing works | 1 |
|---|---|
| Citations per year | 0,2 |
| Citation span | 2021 - 2021 (1) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 1 |