Consumo, estética, técnica e religião em Cloaca, de Wim Delvoye
Bibliographic Data
| ID | 4756683 |
|---|---|
| Authors | Icaro Ferraz Vidal Junior (0000-0003-4907-1267, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2019 |
| Volume | 16 |
| Issue | 47 |
| Pages | 500-529 |
| Publication date | 2019-12-10 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Comunicação, Mídia e Consumo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1806-4981 • E-ISSN: 1983-7070 |
| Publisher | Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.18568/cmc.v16i47.2008 |
| OpenAlex | W2996209407 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
Cloaca (2000-2010), de Wim Delvoye, consiste em um conjunto de máquinas desenvolvidas para produzir "merda real industrializada" em museus e galerias de arte. Após descrição sumária da série, desdobramos nossa análise em três eixos: o primeiro baseado na articulação psicanalítica entre merda e dinheiro; o segundo na diferenciação formulada geneticamente por Gilbert Simondon (1989) entre estética, técnica e religião; e o terceiro no conceito de máquina, formulado por Gilles Deleuze e Félix Guattari (1972). Por fim, comparamos Cloaca e Anal Kisses (2011), projeto do mesmo artista, e buscamos identificar alguns vetores culturais que incidiram na recepção desigual dos dois projetos
Art · Humanities · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
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