Mulheres viris, mulheres monstruosas
Apontamentos sobre o romance Luzia-Homem
Bibliographic Data
| ID | 4757395 |
|---|---|
| Authors | Márcia Maria De Medeiros (0000-0002-1116-986X, European Union of Medical Specialists), Tânia Zimermann (European Union of Medical Specialists) |
| Year | 2015 |
| Issue | 25 |
| Publication date | 2015-02-23 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Em Tempo de Histórias (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1517-1108 • E-ISSN: 2316-1191 |
| Publisher | Biblioteca Central da UNB (PUBLISHER) |
| DOI | 10.26512/emtempos.v0i25.14810 |
| OpenAlex | W1879511775 |
| Language | EN |
| References cited | 1 |
A figura da mulher viril assola a imaginação da humanidade desde o mundo grego, quando das primeiras narrativas sobre as amazonas, que se referem ao culto arcaico relacionado com a Deusa Mãe, atestada em sociedades matriarcais e marginalizados no patriarcado. Em Luzia-Homem, romance de Domingos Olímpio, a personagem central do livro apresenta características familiares para este grupo de mulheres, sendo representada como uma configuração do monstruoso, culminando em sua morte. Este artigo irá examinar as ligações entre o processo de construção da idéia de virilidade e monstruosidade intrínseco, quando a figura masculina é uma mulher e não um homem
| Highly cited | No |
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