Barthes vai ao cinema
Bibliographic Data
| ID | 4772827 |
|---|---|
| Authors | Gustavo Ramos De Souza (0000-0001-5164-420X, corresponding author) |
| Year | 2016 |
| Volume | 21 |
| Issue | 2 |
| Pages | 29 |
| Publication date | 2016-01-29 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Em Tese (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1415-594X • E-ISSN: 1982-0739 |
| Publisher | Faculdade de Letras da UFMG (PUBLISHER) |
| DOI | 10.17851/1982-0739.21.2.29-44 |
| OpenAlex | W2261869792 |
| Language | EN |
Embora tenha dedicado muitos de seus textos ao teatro e escrito inúmeros ensaios sobre literatura, além de seu notório ensaio sobre fotografia, o interesse crítico e teórico de Roland Barthes pelo cinema é relativamente reduzido. Se, em entrevista à revista Cahiers du Cinéma, em 1963, Barthes afirmou ir ao cinema ao menos uma vez por semana, por outro lado, em "Ao sair do cinema" (1975), abre o ensaio dizendo que o seu prazer consiste em sair da sala de cinema. Tendo em vista a relação paradoxal de Barthes com o cinema, o objetivo deste artigo é buscar um ponto comum entre as ideias barthesianas sobre a sétima arte a partir do ensaio "O terceiro sentido", dos textos de Mitologias que versam sobre o cinema, bem como do ensaio "Ao sair do cinema
Art · Art history · Humanities · Movie theater · Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism · Urban and sociocultural dynamics
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |