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Gilles Deleuze e Aristóteles

A Diferença No Feliz Momento Grego

Bibliographic Data

ID4785818
AuthorsLarissa Farias Rezino (0000-0001-8698-2153, Universidade Federal de São Carlos, corresponding author)
Year2021
Volume21
Issue2
Pages15-26
Publication date2021-06-02
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueGriot Revista de Filosofia (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2178-1036 • E-ISSN: 2178-1036
PublisherGriot Revista de Filosofia (PUBLISHER)
DOI10.31977/grirfi.v21i2.2367
OpenAlexW3169709602
LanguageDE

As críticas deleuzianas ao pensamento representacional convergem para o entendimento do pensamento como um processo recognitivo. Reconhecer é pensar. Entre todos os problemas concernentes a tal modelo de pensamento, há um empecilho fundamental na recognição: ela não reconhece aquilo que não cabe em suas premissas previamente estabelecidas e que delimitam a linearidade de um pensamento correto. Assim sendo, a diferença, nos alerta Deleuze, nunca chegou a ser pensada por si mesma. Nessa noção a diferença é apenas uma oposição ao igual. Em um dos seus diálogos com a tradição filosófica, o pensador francês encontrou uma rachadura pontual que tratou a diferença no pensamento do filósofo grego Aristóteles. Um momento em que a diferença emergiu e quase foi considerada por si mesma. Ocasião que Deleuze chamou de "O feliz momento Grego". É sobre o pensamento aristotélico da diferença, o tal momento grego e a crítica conceitual que Deleuze realiza para compor sua teoria que o artigo irá tratar

Humanities · Physics · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Philosophy · Philosophy, Ethics, and Existentialism · Psychology and Mental Health

Highly citedNo

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