Aspectos poéticos em Hiroshima mon amour de Marguerite Duras
Bibliographic Data
| ID | 4790465 |
|---|---|
| Authors | Maria Cristina Vianna Kuntz (Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 25 |
| Issue | 31 |
| Pages | 14-28 |
| Publication date | 2020-11-27 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Literatura e Sociedade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-2982 • E-ISSN: 2237-1184 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2237-1184.v0i31p14-28 |
| OpenAlex | W3108888288 |
| Language | PT |
Hiroshima mon amour é o filme de 1959, de Marguerite Duras e Alain Resnais que, sessenta anos depois, é ainda considerado inesgotável obra prima do cinema e da literatura. A partir da concepção de Humberto Eco (1971) sobre a "palavra poética" e do entendimento de Ricoeur (1983) que retoma Aristóteles ao considerar o processo de representação como a atividade poética em si, neste trabalho, pretende-se mostrar aspectos da poética com que a autora trata a dimensão da memória e do horror, opondo-lhe uma relação de amor em que o "visível" leva ao "invisível" e abre-se para o "aberto" da escrita (cf. BLANCHOT, 1955, p. 185
Art · Humanities · Hermeneutics and Narrative Identity · Philosophy
| Highly cited | No |
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