Crença, Ação Intencional E Animais Não-Humanos
Bibliographic Data
| ID | 4791862 |
|---|---|
| Authors | Maylson Candeira (Concordia University Wisconsin, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 1 |
| Issue | 45 |
| Pages | 70-86 |
| Publication date | 2022-06-23 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Ideação (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1415-4668 • E-ISSN: 2359-6384 |
| Publisher | Universidade Estadual de Feira de Santana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.13102/ideac.v1i45.7484 |
| OpenAlex | W4283373875 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
Este artigo visa realizar uma análise crítica da posição que será chamada de rejeitacionista cuja tese principal consiste em negar a atribuição de crenças e racionalidade a animais não-humanos. Em oposição à tese rejeitacionista, será proposta a abordagem minimalista da crença segundo a qual a crença é um estado representacional básico, e não proposicional. Duas teorias apresentadas neste artigo compõem a posição rejeitacionista. A teoria proposta por Davidson (2001, 2004) segundo a qual há uma relação intrínseca entre crença, conceitos e linguagem, e a teoria de Stich (1979) segundo a qual os animais não-humanos não possuem crença porque as suas entidades mentais não podem ser traduzidas ao nosso repertório conceitual compartilhado. Este modelo proposicional da crença será criticado a partir da tese proposta por Dretske (1983) que argumenta que a capacidade discriminatória é suficiente para a posse de conceitos e de crenças, assim como a tese de Carruthers (2009) segundo a qual a satisfação da versão fraca da generalidade garante a posse de conceitos. Em seguida, o argumento da abordagem minimalista da crença será estendido para o campo da ação intencional e da racionalidade prática. Argumentarei que os animais não-humanos são agentes intencionais e racionais que possuem racionalidade mínima
Humanities · Philosophy · Psychology of Moral and Emotional Judgment
| Highly cited | No |
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