Sujeto revolucionario comunitario
Bibliographic Data
| ID | 4801581 |
|---|---|
| Authors | D Barkin (0000-0001-5365-7733, Universidad Autónoma Metropolitana), Alejandra Sánchez Jiménez (Universidad Autónoma Metropolitana) |
| Year | 2019 |
| Volume | 10 |
| Pages | e19015 |
| Publication date | 2019-11-26 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Idéias (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-7876 • E-ISSN: 2179-5525 |
| Publisher | Universidade Estadual de Campinas (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.20396/ideias.v10i0.8656865 |
| OpenAlex | W2994051882 |
| Language | EN |
| Citations received | 1 |
| References cited | 22 |
A esperança que prevaleceu durante o século XX quanto a um sujeito revolucionário proletário se evaporou como resultado da incapacidade das organizações sociais de fazer frente às crises múltiplas que se proliferaram no ambiente pós-guerra, abandonando a possibilidade de transformação revolucionária à total incerteza. Este artigo examina o potencial de atores revolucionários quase esquecidos, atores queestão coletivamente organizados e deliberadamente envolvidos em processos de transformação social e produtiva, que reivindicam legitimamente seus territórios e cujas atividades os envolvem em processos para consolidar uma estrutura diferente de sociedade nas márgens do sistema capitalísta global. As comunidades campesinas e indígenas das Américas estão conscientemente se reunindo para reestruturar suas organizações e suas formas de governo, tomando o controle dos territórios que são seus e que têm reclamado para si há gerações. Também estão reorganizando a produção para gerar excedentes, reunindo seus membros para aproveitar recursos subutilizados e para melhorar o nível de vida e assegurar a conservação e a restauração do meio ambiente. Essas comunidades não estão operando de maneira isolada. Coordenam atividades, compartilham informações e criam alianças. Centenas de milhões de pessoas participam desses movimentos ocupando muito mais que um quarto da superfície terrestre do mundo. Essas condições representam um enorme potencial para inúmeras formas de transformações socias e ecológica, consolidando mundos e sociedades pós-capitalistas
Humanities · Political science · Agriculture, Land Use, Rural Development · Development, Ethics, and Society · Latin American Cultural Politics · Philosophy
Transnational Agrarian Movements Confronting Globalization
Transnational agrarian movements confronting globalization
Take Back the Economy
Limits to growth
Communities Constructing Their Own Alternatives in the Face of Crisis
Reductions in deforestation and poverty from decentralized forest management in Nepal
A spatial overview of the global importance of Indigenous lands for conservation
Listen, Anarchist!’ A personal response to Simon Springer’s ‘Why a radical geography must be anarchist’
Ecological Civilization, Indigenous Culture, and Rural Reconstruction in China
The extractive imperative in Latin America
Snow White and the Wicked Problems of the West
De la defensa del territorio maseual a la reinvención comunitario-popular de la política
The Zapatistas and People's Power
Revitalization and Indigenous Resistance to Globalization and Neoliberalism
Decolonizing Methodologies
Las luchas campesinas del siglo XX
The MST and the EZLN Struggle for Land
Introduction
Are Latin American peasant movements still a force for change? Some new paradigms revisited
| Unique citing works | 1 |
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| Citations per year | 0,33 |
| Citation span | 2023 - 2023 (1) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 1 |