Os escravos da fazenda jesuítica de São Cristóvão e seus leilões, Rio de Janeiro, 1761-1762
Bibliographic Data
| ID | 4815749 |
|---|---|
| Authors | Marcia Sueli Amantino (0000-0003-3229-9142, Universidade Salgado de Oliveira, corresponding author) |
| Year | 2018 |
| Volume | 44 |
| Issue | 3 |
| Pages | 536 |
| Publication date | 2018-12-21 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Estudos Ibero-Americanos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0101-4064 • E-ISSN: 1980-864X |
| Publisher | Edipucrs (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.15448/1980-864x.2018.3.29187 |
| OpenAlex | W2906249330 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Esse texto tem como objetivo apresentar a comunidade escrava que vivia na fazenda de São Cristóvão, localizada na capitania do Rio de Janeiro, ao longo de alguns momentos do século XVIII . Serão utilizados três tipos de fontes: 1. a listagem feita em 1759 no momento do sequestro da fazenda, ocasionado pela ordem de expulsão dos religiosos da Companhia de Jesus de Portugal e de seus domínios; 2. uma nova avaliação desses escravos feita em 1761 a partir das denúncias de que os bens estavam se perdendo e os escravos fugindo ou causando tumultos; 3. os registros das arrematações de sua mão de obra nos leilões que ocorreram na praça do Rio de Janeiro entre os anos de 1761 e 1762. Pretende-se com essa análise demonstrar a complexa estrutura familiar que os jesuítas conseguiram estabelecer entre seus cativos e o posterior desmonte dessas unidades familiares após a expulsão dos religiosos e da venda de seus bens. Além disso, busca-se demonstrar que os arrematantes de parte desses escravos eram homens que conviviam com essa comunidade de cativos e, portanto, conheciam previamente a quem estavam arrematando
Art · Humanities · Colonialism, slavery, and trade · History of Colonial Brazil · Philosophy
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |