Pelas trilhas do desejo e do risco
Topomorfias narrativo-visuais do cruising em Garth Greenwell, Miguel Ángel Rojas e Chad States
Bibliographic Data
| ID | 4822627 |
|---|---|
| Authors | Claudimar Pereira Silva (0000-0002-7575-5833) |
| Year | 2025 |
| Volume | 29 |
| Issue | 3 |
| Pages | 139-160 |
| Publication date | 2025-07-02 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Em Tese (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1415-594X • E-ISSN: 1982-0739 |
| Publisher | Faculdade de Letras da UFMG (PUBLISHER) |
| DOI | 10.17851/1982-0739.29.3.139-160 |
| Language | PT |
Este artigo investiga as representações do cruising, isto é, a prática sexual em espaços públicos, feita por homens gays, no romance O que te pertence, de Garth Greenwell, e nas obras de dois fotógrafos: o colombiano Miguel Ángel Rojas, e o norte-americano Chad States. O que te pertence (2019) narra o cotidiano afetivo-sexual de um professor estadunidense de ensino médio, residente em Sófia, Bulgária, que frequenta banheiros e parques públicos, à procura de sexo. Miguel Ángel Rojas fotografou subculturas queer na Bogotá conservadora do final da década de 1970, ao passo que Chad States documentou as dinâmicas de cruising em parques americanos nos anos 2000. Pela análise intersemiótica das três obras, pretende-se explicitar o modo como as representações do cruising formam o que nomeamos imagens do incorpóreo, ou seja, elementos narrativo-visuais que ressaltam o aspecto impermanente e fugaz da prática, a partir das teorizações de Aaron Betsky (1997) e Alex Espinoza (2019
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