A amizade em Aristóteles
Política, III, 9 e Ética Nicomaqueia, VIII
Bibliographic Data
| ID | 4853728 |
|---|---|
| Authors | Inara Zanuzzi (0000-0001-5902-3248, Universidade Federal do Paraná, corresponding author) |
| Year | 2010 |
| Volume | 7 |
| Issue | 2 |
| Publication date | 2010-10-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | DoisPontos (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1807-3883 • E-ISSN: 2179-7412 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/dp.v7i2.24085 |
| OpenAlex | W1977812572 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
Na Política, III, 9, Aristóteles desaprova a distribuição de poder da constituiçãodemocrática dizendo que esta serve ao fim da amizade, a saber, a convivência, mas não aofim político. Nosso propósito aqui é procurar esclarecer por que uma comunidade políticanão é, sem qualificação, uma comunidade de amigos, utilizando-nos da definição e análisearistotélica da amizade na Ética Nicomaqueia, VIII. O resultado obtido é que toda associação,inclusive a política, tem um tipo de amizade que lhe é relativa, determinado pelo seufim e pela distribuição das funções e das vantagens. A associação política tem por fim algodiverso da mera convivência. Por isso, é na medida em que a distribuição é feita para obteresse fim que existe alguma amizade entre os membros da associação política e não namedida em que esses querem simplesmente conviver uns com os outros, como implicitamentesuposto na distribuição democrática
| Highly cited | No |
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