O respeito pela privacidade começa na recolha de informação
Bibliographic Data
| ID | 4856038 |
|---|---|
| Authors | Paulo Henrique Martins (0000-0002-6297-3575, University of Lisbon, corresponding author), Paulo Martins (0000-0001-6445-8115) |
| Year | 2014 |
| Volume | 25 |
| Pages | 169-185 |
| Publication date | 2014-06-30 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Comunicação e Sociedade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1645-2089 • E-ISSN: 2183-3575 |
| Publisher | University of Minho (PUBLISHER • PT) |
| DOI | 10.17231/comsoc.25(2014).1867 |
| OpenAlex | W1503024915 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
O tratamento noticioso de matérias suscetíveis de invadir a esfera privada reclama a avaliação do interesse público subjacente. O exercício de ponderação de valores - direito à informação e reserva da vida privada - não ocorre apenas no momento da transmissão da informação; deve ser observado, desde logo, na fase de recolha, em ordem a reduzir o dano causado. Este artigo suscita questões como o contacto com cidadãos, incluindo crianças, a conduta dos jornalistas em situações traumáticas, a exposição voluntária da privacidade, por parte de figuras públicas ou anónimos, bem como a audição de pessoas objeto de acusações e o recurso a métodos de pesquisa não convencionais, capazes de se traduzirem em violações da privacidade. Seguindo de perto os padrões estabelecidos neste domínio em instrumentos deontológicos, a reflexão aborda casos concretos
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |