O Debate Sobre a Crise Do Condicionamento Artístico
Arte Conceitual No Brasil (1964-1975)
Bibliographic Data
| ID | 4860338 |
|---|---|
| Authors | Marco Mari (0000-0001-6352-9460, Universidade de Brasília, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 12 |
| Issue | 2 |
| Publication date | 2022-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Sociologia & Antropologia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2236-7527 • E-ISSN: 2238-3875 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/2238-38752022v1224 |
| OpenAlex | W4312493983 |
| SciELO | S2238-38752022000200203 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
O debate sobre a forma moderna e a autonomia marcaram uma geração de críticos e estetas no Brasil. Especialmente a partir dos anos de 1950 e 1960, a questão da autonomia da arte esteve presente na articulação entre liberdade artística e formação da nação brasileira a partir da internacionalização da arte moderna. A autonomia da arte passou a ser defendida nesse contexto como uma barreira erguida contra a instrumentalização governamental da arte ou a assimilação pelo mercado. São justamente essas duas opções e seu campo de batalha a partir de considerações de Antonio Candido e Mário Pedrosa nos embates discursivos da Guerra Fria. A partir do Ato Institucional de número 5, muitos artistas e Frederico Morais, crítico de arte, começaram a agir e interferir na produção de arte conceitual. Por estarem distanciados do mercado de arte, eles conseguiram se libertar de alguns condicionamentos do sistema artístico
Art · Economics · Economy · Humanities · Political science · Brazilian cultural history and politics · History, Culture, and Society · Sociology and Education in Brazil
| Highly cited | No |
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