Alegoria do patrimônio
Bibliographic Data
| ID | 4861416 |
|---|---|
| Authors | André Araújo De Oliveira (0000-0002-3238-8754, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 7 |
| Pages | e021002 |
| Publication date | 2021-03-04 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | RIDPHE_R Revista Iberoamericana do Patrimônio Histórico-Educativo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2447-746X • E-ISSN: 2447-746X |
| Publisher | RIDPHE-R - Revista Iberoamericana do Patrimonio Historico-Educativo (PUBLISHER) |
| DOI | 10.20888/ridpher.v7i00.15160 |
| OpenAlex | W3134916415 |
| Language | PT |
As argumentações desenvolvidas por Françoise Choay em Alegoria do património se ancoram, reiteradamente, em demonstrações etimológicas cujo pressuposto fundamental é assinalar as transfigurações das relações estabelecidas entre os seres humanos e as suas edificações ocorridas nos últimos séculos no Ocidente e em países como o Japão e a China. Deste modo, à designação "patrimônio", cujo abarcamento restringia-se originalmente às propriedades hereditárias, foram acrescentadas categorias mais abrangentes, tal como o complemento "histórico" (CHOAY, 2014, p. 11). Enquanto o monumento é uma obra espontânea, seja auxiliar da rememoração ou da magnificência das localidades, o monumento histórico é produto de uma distinção artificial (CHOAY, 2014, p. 17-25). A destruição de um monumento pode se dar por diversos fatores, humanos ou naturais, mas ao monumento histórico é pressuposta uma irrestrita proteção (CHOAY, 2014, p. 25-26
Art · Humanities · Non-blocking I/O · Chemistry · Global Maritime and Colonial Histories · Religious Tourism and Spaces · Travel Writing and Literature
| Highly cited | No |
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